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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Um brado de liberdade

Eu sou livre!

Por Diego Polachini

A teoria cristã tem como um dos principais fundamentos a liberdade. A história se inicia no Egito, quando o povo de Israel esteve preso por 430 anos. Geração por geração buscava sair dos domínios de Faraó e poder, enfim, voltar para a própria terra em liberdade.

Todo o percurso israelita é marcado por momentos de prisão, de cerceamento dos direitos políticos e sociais. No entanto, até o momento tratava-se apenas do aspecto físico.

Quando Jesus Cristo surgiu, seus ensinamentos sempre continham menções referentes à liberdade, a serem (sermos) livres. Muitos judeus questionavam a Jesus, alegando não serem escravos, antes homens nascidos de pais livres.

Mas Jesus estava se referindo à liberdade espiritual, a estar livre das amarrações do erro e do pecado que por muitas vezes aprisiona o ser humano. Esta liberdade não era possível apenas com um decreto ou uma fuga. Era necessário um sacrifício em benefício de muitos.

Hoje, se temos comunhão e liberdade com o Deus-Pai é porque Seu Filho a si próprio se entregou à prisão de maneira que pudesse eliminar toda dívida com o pecado. Assim, todo aquele que crê na entrega do Cristo pela restauração do relacionamento com Deus imediatamente encontra a maior das virtudes do homem: a de ser livre.

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