Imagens em Movimento

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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Projeto pode obrigar lojas a informar valor total de produtos vendidos de forma francionada



Ideia é revelar valor real do item, como o gergelim, que pode custar R$ 300 o quilo


Do R7.com

A Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei que obriga a afixação do preço real em todo produto vendido em frações.

De acordo com o autor da proposta, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), o comerciante deverá informar, além do preço do produto à vista, o valor correspondente a uma das unidades fundamentais de medida: capacidade, massa, volume, comprimento ou área do produto, dependendo de como é feita a comercialização de cada tipo de item.

Segundo Crivella, muitos produtos em pequenas quantidades no Brasil, disfarçando seu valor real, revelado somente quando vendido por quilo, litro ou metro.

Ele cita como exemplo o caso do orégano, cujo pacote de três gramas é vendido a R$ 2, mas custa R$ 666 o quilo. No caso da pimenta branca, o produto pode chegar R$ 750 o litro. O gergelim chega a ser vendido por mais de R$ 300 o quilo.

- O exemplo mais gritante é o da tinta para impressora, vendido em pequenas embalagens, de três a dez mililitros. O litro pode passar dos R$ 15 mil. Tal prática, que consideramos abusiva, é facilitada pelo fato de o preço praticado por unidade de medida não estar disponível ao consumidor de forma fácil e direta.

Caso a proposta seja transformada em lei, a regra não valerá para a venda de medicamentos. O texto segue em regime de prioridade e será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Comento: você já havia parado pra pensar no quanto é lesado nas relações de compra e venda que envolvem esses produtos que se enquadram na minuta de lei? É de arrepiar o tanto de dinheiro que nos tomam todos os dias.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Projeto de Governo X Projeto de Poder



Os dominadores querem seu voto

Por Diego Polachini

Numa república, o trabalho dos governantes deveria estar focado nos interesses públicos, naquilo que diz respeito ao bem coletivo. Nem sempre isso acontece. Aliás, quase nunca é assim. Se pararmos para pensar um pouco veremos muitos partidos preocupados unicamente com seus projetos de poder, de domínio. Aquilo que deveria ser o primordial, a saber, o projeto de governo, tem sido deixado a uma posição secundária. O grande equívoco.

É fácil identificar quem tem compromisso com as pessoas, com o eleitor, e quem está a serviço de um grande esquema de dominação. Vamos ao exemplo básico. O cidadão luta com todas as forças para se eleger vereador da sua cidade. Dois anos depois, antes de terminar o mandato para o qual foi eleito, empenha-se para eleger-se deputado estadual ou federal. Em sendo eleito, ele decide concorrer a prefeito daquela cidade em que abandonou a vereança.

Vejam que interessante: não concluiu o mandato de vereador, não concluiu o mandato de deputado (estadual ou federal) e agora quer seu voto para tornar-se prefeito. O que explica isso? Insatisfação pessoal ou desejo de poder dele próprio e do seu grupo partidário? A mesquinharia política produz esse tipo de atitude pouco preocupada com a conclusão de propostas de trabalho para dar lugar aos interesses obscuros da dominação.

Quem perde? Nós todos. Os discursos previamente preparados para atender demandas mercadológicas não se concretizam no momento da ação governamental. Para constatar essa afirmação, basta ver quantas das promessas realizadas em campanha pelos atuais prefeitos foram devidamente cumpridas. Talvez nem a metade.

Este ano, antes de depositar seu voto na urna, observe bem o histórico político do seu candidato. Evite os dominadores de plantão. Aposte em propostas de governo realmente preocupadas com o bom andamento da nossa sociedade. Não escolha o mais bonitinho, o bom discurso ou o bom moço apenas para o que eles aparentam ser. Ao contrário daquela máxima da mulher de César, é preciso ser antes de parecer ser.

Yigdal Elohim Chai

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Celso Russomanno: vítima do PIG



O PIG está na ativa!

por Diego Polachini

A política e a mídia atuam de maneira intrínseca e relacionam-se entre si. Ao jornalismo cabe a vigilância e cobertura dos fatos, da sociedade, e os políticos não podem ignorar essa condição por serem, ao mesmo tempo, frutos e fontes desse meio. Daí tem-se por premissa que jornais e jornalistas são mediadores legitimados que proporcionam diálogo com o cidadão. Mas nem sempre isso acontece. Aliás, quase sempre isso NÃO acontece.

Podemos conceituar que o jornalismo trabalha na formação da opinião pública, seja por meio da manipulação ou simples midiatização. Ao perceberem isso, partidos e políticos acabam por submeter-se à essa lógica, provocando profundas transformações no seu modo de atuar. Isso fica claro ao observarmos a preocupação de candidatos e mandatários pelo marketing, que tentam adequar sua postura ao que a mídia estabelece.

Isso acontece exatamente porque a grande imprensa deixou de lado seu papel fundamental de informar e tem atuado de forma escandalosamente tendenciosa e parcial. Pode-se argumentar que ela vem trabalhando como se fosse um partido político representando uma classe social - o jornalista Paulo Henrique Amorim cunhou a expressão PIG, que significa Partido da Imprensa Golpista. O mais interessante é ver que boa parte da mídia age descaradamente numa direção, mas afirma convincentemente que está indo contrário a isso.

Como exemplo, podemos citar o que vem acontecendo com o pré-candidato do PRB a prefeito de São Paulo, Celso Russomanno. Na revista Veja dessa semana (edição 2251), a reportagem publicou uma nota afirmando que o presidente estadual da sigla, deputado Gilmaci Santos, declarou que a candidatura do republicano "não é pra valer" e que "ela será retirada". O PRB já tratou de emitir nota oficial desmentindo a revista.

No final de dezembro de 2011, o Grupo Bandeirantes e o Ibope divulgaram pesquisa para avaliar o cenário eleitoral na capital paulista. O detalhe foi o 'esquecimento' do nome de Russomanno entre os 10 elencados pelo instituto, o que causou "profunda estranheza" ao PRB e seus dirigentes.

Essa "estranheza" ocorreu exatamente porque no dia 11 de dezembro o Instituto Datafolha divulgou pesquisa mostrando que o pré-candidato do PRB lidera quatro de cinco cenários na corrida eleitoral em São Paulo, sempre com 20% das intenções de votos. Apesar disso, no dia anterior à divulgação da pesquisa a Folha de São Paulo publicou reportagem tendenciosa tentando desconstruir a imagem de Russomanno de maneira muito sutil.

O que fica evidente é que há uma forte ação subterrânea preocupada em desestabilizar a pré-candidatura de Celso Russomanno, o nome mais forte entre todos os postulantes ao cargo de prefeito da maior cidade do Brasil. E o mais agravante é que essa possível conspiração tem participação direta desses e outros órgãos de imprensa que normalmente se denominam "imparciais". É uma guerra cotidiana que prejudica unicamente a parte mais interessada: a população.

Por isso, cidadão de bem, cuidado com o que tem lido e assistido. Você pode estar sendo manipulado por essa mídia parcial e tendenciosa que atua sob o comando sabe-se lá de quem.

Yigdal Elohim Chai

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A cabeça do brasileiro - como nós pensamos



De volta ao labor

Por Diego Polachini

Olá companheiros. A partir de hoje vou retomar (mais uma vez) as postagens no meu blog. O tempo tem sido curto devido as inúmeras atividades, mas agora encontrei um motivo especial para voltar escrever.

Comprei um livro chamado 'A Cabeça do Brasileiro', de Alberto Carlos Almeida. Na sinopse o autor diz que seu conteúdo é "uma das maiores provocações em décadas", exatamente porque "analisa pequenos pedaços de evidências, e constrói personagens e costumes regionais, tentando chegar a uma relação entre personalidade e cultura, na mais clássica tradição antropológica".

Ou seja, o livro traz a análise de uma pesquisa qualitativa profunda de como pensa o brasileiro sobre os mais variados temas cotidianos, principalmente no que diz respeito ao comportamento social e à política. Todos os dias, conforme eu for lendo, vou trazer ao blog um resumo do que absorvi e até retransmitir as citações do texto.

Introdução: a principal crítica que Almeida faz logo no início é com relação "aos dois Brasis" que vivemos. Um "moderno", outro "arcaico", separados por um "apartheid cultural". Não é preciso ser nenhum antropólogo para perceber isso. Principalmente por sabermos que nosso país tem uma das mais injustas distribuições de renda do mundo, onde poucso têm tudo, e muitos quase nada.

Diz o autor: "Enquanto a classe baixa defende valores que tendem lentamente a morrer ou a se enfraquecer, a classe alta mantém-se alinhada a muitos dos princípios sociais dominantes nos países já desenvolvidos". Está claro aqui que ele demonstra ser culpa dos menos favorecidos o Brasil retrógrado que ainda vivemos.

Pela passada de olho que já dei no livro, Almeida recorre sempre à justificativa de que "tudo melhora à medida que a escolaridade média da população aumenta". Isso quer dizer, na análise dele, que somente os estudados têm condição de mudar o pensamento e a mentalidade da sociedade. "É a educação que comanda a mentalidade".

Vejam o que ele diz: "Quem passou pelos bancos escolares de uma universidade e obteve algum diploma tende a ser uma pessoa moderna: impessoal; contra o jeitinho brasileiro; contra punições ilegais, como linchamento e estupro, na cadeia, de criminosos condenados pelo mesmo crime; refratária à crença de que o destino está completamente nas mãos de Deus; e a favor de confiar mais nos amigos".

Comento: isso não pode ser regra. Conhecemos muitas pessoas devidamente diplomadas que têm verdadeiro espírito de porco, ou seja, pensam e agem exatamente como ele diz que são os iletrados. O diploma, hoje, muitas vezes comprado, pode representar tão somente uma "classe dominante que acha que o dinheiro compra tudo".

Segundo a pesquisa em que ele se baseou, um homem, jovem, residente da capital de um estado da região Sul ou Sudeste, pode ser mais "moderno" (ou melhor) que uma mulher, de maior faixa etária, e residente em alguma cidade do interior de qualquer estado do Nordeste, considerada "arcaica".

Para encerrar a postagem de hoje e a introdução do livro, Almeida diz que como a maior parte da população brasileira tem escolaridade baixa, pode-se afirmar que o Brasil é arcaico. Assim, a mentalidade de grande parte da população obedecerá às seguintes características:

Apoia o jeitinho brasileiro
É hierárquico
É patrimonialista
É fatalista
Não confia nos amigos
Não tem espírito público
Defende a Lei de Talião - Olho por olho, dente por dente
É contra o liberalismo sexual
É a favor de mais intervenção do Estado na economia
É a favor da censura.

Até a amanhã!

Shalom Adonai

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Vieira assume PRB em Rio Preto no lugar do deputado Sebastião Santos



Comando novo do PRB em Rio Preto

Por Diego Polachini

José de Paula Vieira Filho, mais conhecido como ‘Vieira’, pré-candidato a vereador, assumiu hoje, 12, a presidência do PRB em São José do Rio Preto no lugar do deputado estadual Sebastião Santos, que está empenhado em cumprir seu primeiro mandato e trabalhar por toda a região Noroeste. A decisão foi tomada justamente para que o trabalho em Rio Preto não seja prejudicado, tendo em vista as eleições municipais de 2012.

Casado e pai de uma filha, Vieira tem 39 anos, é natural de Tanabi, mas reside em Rio Preto desde 1988. É assessor parlamentar do deputado Sebastião e cursa Administração de Empresas. “Quero dar prosseguimento ao trabalho iniciado com muito êxito pelo deputado Sebastião. Estamos com quase 500 filiados na cidade e devemos chegar à casa dos mil na próxima lista”, diz Vieira, que antes de assumir a presidência era secretário-geral do partido.

Sebastião também está encarregado de implantar e fortalecer o PRB em mais de 300 municípios do interior paulista, além da meta de dobrar o número de vereadores e prefeitos eleitos. “O nome do Vieira para assumir a presidência do partido em Rio Preto era natural. Ele está com as atenções voltadas para a cidade e também deve candidatar-se a vereador”, afirma o parlamentar.

O PRB prepara uma chapa homogênea de candidatos a vereador. “Teremos candidatos de vários segmentos da sociedade. A cidade reclama por mudanças, por isso vamos propor novos nomes”, diz Vieira.

Breve Currículo

José de Paula Vieira Filho
Idade: 39 anos
Naturalidade: Tanabi/SP
Formação: Cursando Administração de Empresas
Experiência Profissional: Trabalhou em empresas de transporte público, gerente de rede de postos de gasolina, foi assessor dos ex-vereadores Valdomiro Ferreira (falecido) e Sebastião Santos (hoje deputado), e do deputado Gilmaci Santos (PRB).
Ex-secretário-geral do PRB em Rio Preto

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

13 exemplos da corrupção nossa de cada dia



A corrupção é generalizada
Por Diego Polachini

Os tempos parecem ser outros quando o assunto é corrupção. A impressão é de que a população mundial – vejamos os exemplos nos países árabes – acordou de uma anestesia generalizada que dominou os sentidos e as percepções. Temos visto diariamente nos jornais diversas manifestações populares principalmente contra políticos corruptos, que são muitos, mas não são todos.

Virou moda protestar. Às vezes sem sequer saber o motivo. Repito: às vezes. É preciso ter cautela na forma de se manifestar para não correr o risco de cair em descrédito ou no ridículo. Mas não são somente nossos políticos os corruptos da história. Também são muitos os corruptores. Isso se dá principalmente em nossa vida cotidiana, nas ações mais simples que muitas vezes passam despercebidas. Vou dar exemplos de corrupção:

1 – No trânsito, quando você é pego em ato infracional, pede ao policial para “quebrar” a sua, ou oferece um “agrado” a ele. Isso é corrupção.

2 – O policial pega seu dinheiro ou “quebra” a sua, mesmo flagrando seu ato infracional. Isso é corrupção.

3 – Você tem uma empresa e sonega impostos. Isso é corrupção.

4 – Na sua empresa, esta que você sonega impostos, tem vários empregados sem registro em carteira ou trabalhando em condições precárias. Isso é corrupção.

5 – Você tem “gato” na energia elétrica, na água ou na TV a Cabo. Isso é corrupção.

6 – Você tem um “conhecido” dentro de um setor público que passa seu caso na frente de toda a fila. Isso é corrupção.

7 – O estudante vai mal na prova e pede para o professor “considerar” na hora de dar a nota. Ou ainda, você cola do seu vizinho para não tirar um zero. Isso é corrupção.

8 – Seu advogado influente consegue fazê-lo ganhar uma ação que perderia porque pagou um juiz. Isso é corrupção.

9 – Você desrespeita as leis de trânsito. Isso é corrupção.

10 – A moça do caixa lhe devolve troco a mais e você não devolve, achando que “saiu no lucro”. Isso é corrupção.

11 – Você gosta de comprar CDs, DVDs e equipamentos pirateados. Isso é corrupção.

12 – Você recorre aos famosos “recibos” de médicos amigos para justificar gastos com saúde junto ao Imposto de Renda. Isso é corrupção.

13 – E se esse médico atuar sem diploma, pior ainda. Isso é corrupção.

Poderíamos ficar o resto da tarde apontando todos os exemplos de corrupção que acontecem todos os dias em nosso meio, mas que por estarmos cegos no desejo de atender nossos instintos mais primitivos acabamos passando por cima.

Juntando tudo vemos que estamos unindo nossas forças, como povo, para a degradação da sociedade. Mas a ignorância de cometer estas pequenas infrações todos os dias cega os olhos de quem as faz, pois todos querem vantagem em todos os instantes.

Os políticos corruptos são apenas o reflexo dessa sociedade medíocre e despreparada para lidar com o que é do coletivo. Antes de apontar o dedo para um ato infracional de alguém, observe seu dia a dia e veja se você também não está sendo corrupto. Ou corruptor.

PS: vale lembrar que também existem jornalistas corruptos!

Ezri mein Jashem!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Uma obra de arte para 2012



O logotipo acima, produzido pelo meu primo Igor Polachini, para mim um gênio das artes gráficas e da criação, traduz todo o pensamento republicano que trago comigo. As cores do Brasil, o verde da natureza, o sol da esperança, o azul das águas, a ordem e o progresso e o cruzeiro do sul que nos direciona. Tudo isso dentro do D e do P, de Diego Polachini. Ou seja, dentro de mim.

Espero que gostem. Eu adorei.


Abraços!

Shalom le hitraot