Decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em recurso oferecido pelo promotor Antônio Ganacin contra mim. O Tribunal Regional Eleitora (TRE) já havia negado provimento, agora venci na segunda instância.
Segue relatório:
RELATOR: JUIZ GALDINO TOLEDO JÚNIOR
RECURSO ELEITORAL Nº 61-90.2010.6.26.125
RECORRENTE(S): MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL
RECORRIDO(S): DIEGO POLACHINI
PROCEDÊNCIA: SÃO JOSÉ DO RIO PRETO-SP (125ª ZONA ELEITORAL - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO)
Vistos.
No julgamento do RESPE nº 36.552/2009 (4387332.2009.600.0000 - numeração única), de 06 de maio do ano corrente, o E. Tribunal Superior Eleitoral pacificou o entendimento no sentido de que o prazo para a propositura da representação fundamentada nos artigos 23 e 81 da Lei nº 9.504/97 é de 180 (cento e oitenta) dias, contados da diplomação dos eleitos, por analogia ao artigo 32 da norma citada.
Considerando que 18 de dezembro de 2008 foi o último dia para a diplomação dos eleitos naquele pleito, e que a presente ação foi proposta apenas em 27/01/2010 (fl. 02), patente concluir por sua intempestividade.
Pelo exposto, perante sua manifesta inadmissibilidade, nego seguimento ao recurso, nos termos do artigo 54, caput, do Regimento Interno desta E. corte.
Intime-se.
Oportunamente, remetam-se os autos para a Zona Eleitoral de origem.
São Paulo, 14 de Junho de 2010.
(a) GALDINO TOLEDO JÚNIOR
RELATOR
Cabe processo por danos morais e financeiros contra o promotor e o MP. É isso que vai acontecer.
domingo, 27 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
O som das cores
O som das cores
por Diego Polachini
As cores não comunicam apenas pelo visual sólido ou composto. Não é somente pelos olhos que recebemos suas informações ou cargas semióticas comunicando algo. As cores falam. Em certos casos até gritam conosco.
Quem já foi comer no Mc´Donalds ou no Habib´s entende perfeitamente essa "loucura". A inquietude que nos acomete durante nossa estada nestes locais é reflexo do uso das cores vibrantes e ´causticantes´.
O exagero no uso do vermelho e amarelo nas redes de comida rápida cria um ambiente cansativo e estressante. Parece que uma névoa nos impele à celeridade das refeições e exige que sejamos breves.
Em bancos isso acontece ao contrário. As instituições financeiras se aproveitam de cores mais escuras - chamadas de frias - para ambientar uma necessidade, um desejo a ser realizado e até mesmo alimentar certa dose de depressão a quem nelas permanece.
Um ser deprimido se sente inseguro e receoso. Qualquer aparência de solidez que se apresente diante dele é facilmente focalizado. Desta forma, os bancos criam sugestões de dependência com a maioria dos seus frequentadores, que na maior parte das vezes se entrega de corpo e alma.
Até as cores do tempo e do clima incidem drasticamente sobre os humanos. Se um dia amanhece cinzento e nebuloso a tendência é transferir essa 'carga' às pessoas. No entanto, num poderoso raiar do sol com céu azul é possível harmonizar e vibrar com a beleza natural que nosso mundo possui.
Apesar de tudo isso, falar de cores é falar de luz. Não há cores sem luz. Não há cores sem olhos para vê-las ou ouvidos para ouví-las. Apesar de muita gente conseguir vê-las e ouví-las, uma boa porção não faz questão de enxergá-las.
por Diego Polachini
As cores não comunicam apenas pelo visual sólido ou composto. Não é somente pelos olhos que recebemos suas informações ou cargas semióticas comunicando algo. As cores falam. Em certos casos até gritam conosco.
Quem já foi comer no Mc´Donalds ou no Habib´s entende perfeitamente essa "loucura". A inquietude que nos acomete durante nossa estada nestes locais é reflexo do uso das cores vibrantes e ´causticantes´.
O exagero no uso do vermelho e amarelo nas redes de comida rápida cria um ambiente cansativo e estressante. Parece que uma névoa nos impele à celeridade das refeições e exige que sejamos breves.
Em bancos isso acontece ao contrário. As instituições financeiras se aproveitam de cores mais escuras - chamadas de frias - para ambientar uma necessidade, um desejo a ser realizado e até mesmo alimentar certa dose de depressão a quem nelas permanece.
Um ser deprimido se sente inseguro e receoso. Qualquer aparência de solidez que se apresente diante dele é facilmente focalizado. Desta forma, os bancos criam sugestões de dependência com a maioria dos seus frequentadores, que na maior parte das vezes se entrega de corpo e alma.
Até as cores do tempo e do clima incidem drasticamente sobre os humanos. Se um dia amanhece cinzento e nebuloso a tendência é transferir essa 'carga' às pessoas. No entanto, num poderoso raiar do sol com céu azul é possível harmonizar e vibrar com a beleza natural que nosso mundo possui.
Apesar de tudo isso, falar de cores é falar de luz. Não há cores sem luz. Não há cores sem olhos para vê-las ou ouvidos para ouví-las. Apesar de muita gente conseguir vê-las e ouví-las, uma boa porção não faz questão de enxergá-las.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Um brado de liberdade
Eu sou livre!
Por Diego Polachini
A teoria cristã tem como um dos principais fundamentos a liberdade. A história se inicia no Egito, quando o povo de Israel esteve preso por 430 anos. Geração por geração buscava sair dos domínios de Faraó e poder, enfim, voltar para a própria terra em liberdade.
Todo o percurso israelita é marcado por momentos de prisão, de cerceamento dos direitos políticos e sociais. No entanto, até o momento tratava-se apenas do aspecto físico.
Quando Jesus Cristo surgiu, seus ensinamentos sempre continham menções referentes à liberdade, a serem (sermos) livres. Muitos judeus questionavam a Jesus, alegando não serem escravos, antes homens nascidos de pais livres.
Mas Jesus estava se referindo à liberdade espiritual, a estar livre das amarrações do erro e do pecado que por muitas vezes aprisiona o ser humano. Esta liberdade não era possível apenas com um decreto ou uma fuga. Era necessário um sacrifício em benefício de muitos.
Hoje, se temos comunhão e liberdade com o Deus-Pai é porque Seu Filho a si próprio se entregou à prisão de maneira que pudesse eliminar toda dívida com o pecado. Assim, todo aquele que crê na entrega do Cristo pela restauração do relacionamento com Deus imediatamente encontra a maior das virtudes do homem: a de ser livre.
Por Diego Polachini
A teoria cristã tem como um dos principais fundamentos a liberdade. A história se inicia no Egito, quando o povo de Israel esteve preso por 430 anos. Geração por geração buscava sair dos domínios de Faraó e poder, enfim, voltar para a própria terra em liberdade.
Todo o percurso israelita é marcado por momentos de prisão, de cerceamento dos direitos políticos e sociais. No entanto, até o momento tratava-se apenas do aspecto físico.
Quando Jesus Cristo surgiu, seus ensinamentos sempre continham menções referentes à liberdade, a serem (sermos) livres. Muitos judeus questionavam a Jesus, alegando não serem escravos, antes homens nascidos de pais livres.
Mas Jesus estava se referindo à liberdade espiritual, a estar livre das amarrações do erro e do pecado que por muitas vezes aprisiona o ser humano. Esta liberdade não era possível apenas com um decreto ou uma fuga. Era necessário um sacrifício em benefício de muitos.
Hoje, se temos comunhão e liberdade com o Deus-Pai é porque Seu Filho a si próprio se entregou à prisão de maneira que pudesse eliminar toda dívida com o pecado. Assim, todo aquele que crê na entrega do Cristo pela restauração do relacionamento com Deus imediatamente encontra a maior das virtudes do homem: a de ser livre.
Lula põe Brasil em choque com o mundo

Hillary diz que Irã usa brasileiros
Folha On-Line
A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, afirmou nesta quinta-feira que os Estados Unidos e o Brasil têm "sérias discordâncias" em relação ao programa nuclear do Irã, apesar de as relações bilaterais em outros temas serem boas. Hillary disse ainda que o Irã está apenas usando o Brasil, e que atitudes como a do Brasil e da Turquia tornam o mundo mais perigoso.
Essas foram as declarações mais diretas feitas até agora sobre como os EUA veem a negociação brasileira e turca com os iranianos sobre seu programa nuclear. O Ocidente teme que o Irã pretenda desenvolver armas nucleares, mas Teerã afirma que o seu programa tem fins pacíficos.
"Sem dúvida, temos sérias divergências com a política diplomática do Brasil em relação ao Irã", disse Hillary. "Mas nossa discordância não mina nosso comprometimento de ver o Brasil como um país amigo e parceiro", completou, questionada sobre como Washington enxergava o papel do Brasil na diplomacia global. "Nós queremos uma relação com o Brasil que resista ao teste do tempo", acrescentou.
Hillary afirmou ainda que o Irã estaria apenas usando o Brasil para ganhar tempo e evitar sanções do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).
"Nós dissemos (aos brasileiros) que não concordamos com isso, que pensamos que os iranianos estão usando o Brasil, nós achamos que é hora de ir ao Conselho de Segurança", disse Hillary, ao responder questões de jornalistas sobre a nova estratégia de segurança da administração Barack Obama, divulgada nesta quinta-feira
Hillary alegou que o acordo firmado com o Irã sob mediação do Brasil e da Turquia apenas serve para dar mais tempo para o país persa atingir suas ambições nucleares e impede a unidade da comunidade internacional em responder ao Irã. Ela continuou, dizendo que atitudes desse tipo tornam o mundo mais perigoso.
"Nós achamos que dar mais tempo ao Irã, permitir que o Irã evite a unidade internacional a respeito de seu programa nuclear torna o mundo mais --e não menos-- perigoso."
Hillary disse que a visão dos EUA --não compartilhada pelo Brasil-- é de que o Irã só vai concordar em negociar sobre seu programa nuclear após o impor sanções mais duras contra o país.
Comento:
Para nós, brasileiros, que amamos o samba e o futebol, conhecidos e reconhecidos internacionalmente como um país pacífico, amistoso, de pessoas felizes e receptivas, entramos numa briga que não é nossa. Não há interesses que verdadeiramente satisfaçam esse suposto acordo, a não ser a questão política e a ambição de Lula em querer se apossar de um lugar na ONU ou em outro órgão deste calibre. Lamentável. Eu não faço parte desta burrice.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
O que pensa um Juíz sobre Lula e o PT

E-mail de um Juiz amigo meu - vale a pena ler
Por Diego Polachini
Tenho o prazer de ter no rol de amigos um grande Juiz de Direito. Mais que um magistrado experimentado, um homem digno, politizado e acima de tudo: consciente. Em uma troca de e-mails sobre as canalhices do atual governo - Lula e o petismo - este Juiz escreveu o texto que segue abaixo.
Não poderia deixar de compartilhar com vocês, nobres leitores deste blog, o que pensa um magistrado sobre o governo do PT e o que pode vir pela frente. Infelizmente, por questões de força maior, seu nome não será publicado. É lamentável saber que magistrados não possam externar suas ideias e pensamentos sobre a política nacional, mesmo sabendo da sua inerência à vida de todos nós.
Segue:
"Prezado amigo Diego, não se preocupe.
Somos, talvez, a minoria. Mas não somos tão poucos assim. E, ao nosso lado, está aquilo que constitui a verdadeira base do progresso de qualquer sociedade: DISCERNIMENTO.
Não sou pró-Serra. Sou anti-Lula. E já votei no Lula uma vez (2002), mas logo percebi que havia ajudado a eleger um mafioso.
Lula usa táticas de Maquiavel, Lênin e Hitler. Sua principal arma é a transmutação da verdade em mentira e da mentira em verdade, por meio da desinformação e da contra-informação das massas ignorantes e do apoio de pseudo-intelectuais de esquerda. É um demogogo hábil, mas sua "popularidade" só é alta graças à indigência cultural, econômica ou moral de 76% dos brasileiros (se o percentual não foi manipulado, claro).
Lula é uma escória que se identifica com a escória e é por ela identificado.
A escória que gosta de furar fila, rasgar livro, ganhar sem trabalhar, empregar parente, falar mal de quem estuda, discriminar banco pobre de preto pobre por cotas raciais, gabar-se da própria ignorância, justificar o próprio crime dizendo que todo mundo faz o mesmo, achar que está acima da Lei e da Justiça e que os outros são otários. Tudo isso é Lula.
O pior é que boa parte da imprensa, não sei se por estar comprada ou por falta de inteligência, faz vista grossa às ilegalidades e imoralidades do governo.
E qual a desculpa do povão? Lula acabou com a inflação (burrice, quem fez isso foi FHC), Lula criou o bolsa-família (o bolsa-família é uma deturpação vergonhosa do bolsa-escola do governo anterior).
E as obras superfaturadas e "superfraturadas" que o TCU embargou, mas que Lula mandou tocar em nome da propaganda eleitoral enganosa e ilícita? O povão não sabe nem o que é TCU.
E o dinheiro dos nossos impostos que vai para os invasores do MST, via ONGS? Povão não paga imposto de renda, então não se importa.
E assim vamos nós, nesse imenso curral eleitoral chamado Brasil, onde quem estuda é visto como "elite" e como se "elite" fosse um termo pejorativo...
Felizmente, ainda há muitos bons jornalistas e cidadãos que querem e farão um Brasil melhor. Apesar de tudo isso.
Abraço".
Comento:
Prefiro fazer parte desta minoria que o nobre amigo magistrado também diz se enquadrar. Sou feliz por fazer parte dos 24% que têm "discernimento" como bem destacou o autor acima. De resto, subscrevo.
domingo, 23 de maio de 2010
Imbecís brasileiros sem memória

Imbecís brasileiros sem memória
Que o Serra prossiga na sua estratégia de colocar Lula acima do bem e do mal, se acha que isto é o mais correto, e que ele e o país arquem com as conseqüências depois. Afinal de contas, Lula tem 76% de “popularidade”, não é mesmo? E não é candidato, certo? Não no papel, pelo menos, já que está empenhado, claramente, num terceiro mandato por procuração.
Seja como for, a oposição tem que parar com essa história de não falar mal do Lula por causa dessa “popularidade” comprada com dinheiro público. Tem que falar mal, sim. Tem que falar da propaganda enganosa, do culto à personalidade, das gafes monumentais, da ignorância crassa, da boçalidade explícita, da mitomania, da megalomania, da usurpação das realizações de governos anteriores, do Golpe do Mensalão Nacional, da compra do PTB, do propinoduto do bingo, do estupro do sigilo bancário do “simples” caseiro, da estarrecedora denúncia de Duda Mendonça sobre a eleição de 2002, do financiamento ilícito de campanha, da denúncia - jamais apurada -de dinheiro das Farc e de Cuba na eleição de 2002, do Marcos Valério, do Delúbio, do Zé Dirceu, do Silvinho, do Genoíno, do Berzoíne, do Palócci, dos dossiês, dos aloprados, do Partido da Bandidagem, das contas pessoais pagas pelo Okamoto, do compadre Teixeira, da VarigLog, do Lulinha, do Vavá, do Sarney, do Renan, do Collor, do Fidel, do Hugo Chávez, do Evo, do colar de folhas de coca, da propagação epidêmica do crack no país, do Boi e dos bois, da morte do preso político cubano, da extradição dos boxeadores cubanos, da proteção a membros das Farc e terroristas diversos, do apoio às Farc, do apoio ao golpe bolivariano em Honduras, do financiamento de protoditaduras bolivarianas, da entrega de instalações da Petrobrás ao índio cocalero, das tentativas de amordaçar a imprensa, da compra da imprensa, das negociatas da Oi e da Telebrás, do golpe da Bancoop, dos fundos de pensão, das CPIs (inclusive da Petrobrás) sabotadas pelos governistas, do uso abusivo dos cartões corporativos, do fiasco da política externa, do apoio à bomba nuclear iraniana, da subordinação aos ditames do Foro de São Paulo, do desenfreado aparelhamento da máquina pública, do financiamento de uma organização paramilitar (MST), do “patrimonialismo selvagem”, do uso eleitoreiro da máquina pública, dos crimes eleitorais, dos institutos de pesquisas fajutos, das mentiras, do despreparo e do passado negro da candidata biônica, da campanha eleitoral antecipada desde o início de 2009, da degradação da ética, da política e das instituições republicanas, da inacreditável dívida pública, da irresponsabilidade fiscal, da carga tributária escorchante, dos juros astronômicos, do pibezinho, do pouco investimento em infraestrutura, da roubalheira e do fracasso do PAC, da roubalheira na organização dos Jogos Panamericanos, da roubalheira na organização da Copa do Mundo, dos currais eleitorais do “bolsismo”, da tentativa de golpe bolivariano pelo PNDH-3, e de coisas (muitas outras coisas!) que tais…
Aliás, vou mais além até: se é necessário calar sobre tudo isso para ganhar a eleição, face à manifesta imbecilidade e conivência do povo brasileiro, não contem comigo! Estou pronto para perder!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Unilago realiza 1º Fórum de Relações Públicas

Relações Públicas segue caminho de PP e jornalismo
Por Diego Polachini
O sucesso absoluto de público no 1º Fórum de Relações Públicas da Unilago, realizado pelos acadêmicos da disciplina entre os dias 18 e 20 deste mês, sob a supervisão da coordenadoria, consolida a faculdade como a maior e mais importante instituição de ensino de comunicação do noroeste paulista, uma das principais do Estado de São Paulo.
Tradicional nos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo, a Unilago já promove fóruns e debates sobre as tendências destas profissões. Este ano, a debutante disciplina de Relações Públicas entra para a história da faculdade ao realizar seu primeiro fórum, que segue um crescente ano após ano.
Nomes importantes do cenário nacional e até internacional já passaram pelo anfiteatro da faculdade. Palestrantes como o diretor do site de notícias G1, Álvaro Pereira Júnior, e o doutor em semiótica Ryuta Imafuko, do Japão, puderam compartilhar suas experiências com os acadêmicos, na tentativa de trazer a prática ao mundo da teoria.
Neste sentido, o 1º Fórum de Relações Públicas também seguiu o alto padrão da Unilago e trouxe profissionais gabaritados para falar dos assuntos que estão em alta na atualidade. A palestra mais esperada foi a RP da Unilever, Milena Haddad. Ela destacou as principais ações da empresa na comunicação interna e o relacionamento com o público em geral.
A também RP Márcia Ceschini aproveitou a oportunidade e tratou da nova sensação do momento: as mídias sociais. O debate ficou por conta das profundas mudanças que estas modalidades estão proporcionando na comunicação e no relacionamento das pessoas no mundo todo, fato que causa apreensão nos estudantes pelo dinamismo da matéria.
Na noite de encerramento, o professor doutor Alexandre Costa, diretor adjunto da Unilago, convidou amigos para uma mesa redonda. A discussão permeou nos temas da comunicação, principalmente sobre o papel do profissional de RP no mercado regional.
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